Quando o amor se torna obsessão?

Veja agora quando o amor se torna obsessão e saiba como tornar uma relação obsessiva em uma relação amorosa legítima!

Quando o amor se torna obsessão? O amor pode se transformar em uma obsessão, que é uma forma doentia e destrutiva de se relacionar com alguém, quando o controle e o apego obsessivo por outra pessoa é maior que o sentimento de carinho e desapego na relação. 

Neste artigo, vamos entender como se curar de um amor obsessivo, o que leva uma pessoa a ficar obcecada por outra e como saber se o que sentimos é amor ou obsessão. Se você quer viver uma relação desapegada, porém com muito amor, paixão, empatia, parceria e tudo de bom que uma relação plena deve ter, então veja agora quem é o Espiritualista que vai te ajudar a ter tudo isso em pouco tempo!

Como se curar de um amor obsessivo
Como se curar de um amor obsessivo? Veja como!

7 dicas de como se curar de um amor obsessivo?

Um amor obsessivo é aquele que nos faz perder a noção da realidade, nos torna dependentes emocionalmente do outro, nos faz agir de forma controladora, ciumenta e possessiva, e nos impede de viver uma vida plena e feliz. Para se curar de um amor obsessivo, é preciso reconhecer que temos um problema, buscar ajuda profissional, se necessário, e trabalhar nossa autoestima, nossa confiança e nossa autonomia. 

Veja a seguir 7 dicas de como se curar de um amor obsessivo:

  1. Cortar o contato com a pessoa que nos obceca, pelo menos temporariamente, para evitar a recaída e a reativação dos sentimentos obsessivos.
  2. Fazer uma lista dos motivos pelos quais queremos nos libertar desse amor e reler essa lista sempre que sentirmos vontade de retroceder.
  3. Focar em nós mesmos, em nossos projetos, sonhos, hobbies, interesses e necessidades, e investir em nosso desenvolvimento pessoal e profissional.
  4. Ampliar nosso círculo social, fazer novas amizades, sair com pessoas que nos fazem bem e nos valorizam, e evitar o isolamento e a solidão.
  5. Praticar atividades físicas, cuidar da nossa saúde, da nossa alimentação e do nosso sono, e buscar hábitos saudáveis que nos façam sentir bem.
  6. Buscar apoio emocional, seja de familiares, amigos, grupos de autoajuda ou terapeutas, e expressar nossos sentimentos, medos, dúvidas e angústias, sem vergonha ou culpa.
  7. Cultivar o amor-próprio, a autoaceitação e a autoconfiança, e reconhecer nosso valor, nossas qualidades, nossos talentos e nossas potencialidades.

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O que leva uma pessoa a ficar obcecada por outra?

Não há uma única causa para o surgimento de um amor obsessivo, mas sim uma combinação de fatores psicológicos, emocionais, sociais e biológicos. Alguns desses fatores são:

  • Baixa autoestima, insegurança, medo da rejeição, da solidão e do abandono, e dificuldade de se valorizar e de se amar.
  • Dependência emocional, carência afetiva, necessidade de aprovação, de atenção e de validação do outro, e dificuldade de se sentir completo e feliz sozinho.
  • Idealização excessiva do outro, projeção de fantasias, expectativas e desejos, e negação da realidade e dos defeitos do outro.
  • Falta de limites, de respeito e de comunicação no relacionamento, e dificuldade de aceitar as diferenças, os conflitos e as frustrações.
  • Influência de crenças, valores e padrões culturais, que associam o amor à posse, à exclusividade, ao sacrifício e ao sofrimento, e que romantizam o ciúme, a obsessão e a violência.
  • Alterações hormonais, neurológicas e químicas, que provocam uma sensação de euforia, de prazer e de recompensa quando estamos com o outro, e uma sensação de abstinência, de dor e de angústia quando estamos longe do outro.

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Como saber se o que sinto é amor ou obsessão?

Para saber se o que sentimos é amor ou obsessão, podemos nos fazer algumas perguntas, como:

  • Eu respeito a individualidade, a liberdade e a privacidade do outro, ou eu quero saber tudo o que ele faz, com quem ele fala e onde ele está o tempo todo?
  • Eu confio no outro, ou eu sinto ciúmes, desconfiança e insegurança constantemente?
  • Eu apoio o crescimento, os sonhos e os projetos do outro, ou eu tento impedir que ele faça coisas que não me incluam ou que me ameacem?
  • Eu me sinto bem comigo mesmo, ou eu dependo do outro para me sentir feliz, completo e satisfeito?
  • Eu tenho minha própria vida, meus próprios interesses, meus próprios amigos e meus próprios planos, ou eu abro mão de tudo isso para ficar com o outro ou para agradá-lo?
  • Eu aceito o outro como ele é, ou eu tento mudá-lo, moldá-lo ou corrigi-lo de acordo com o que eu quero ou acho melhor?
  • Eu me sinto em paz, tranquilo e equilibrado no relacionamento, ou eu me sinto ansioso, angustiado e estressado?

Se as respostas forem mais positivas, provavelmente se trata de um amor saudável e maduro. Se as respostas forem mais negativas, provavelmente se trata de uma obsessão nociva e infantil. Saiba que você conta com a Ajuda Espiritual Especializada no Amor para transformar sua relação obsessiva em uma relação legítima, com muito amor, carinho, compreensão, maturidade, empatia, parceria e paixão! Veja quem pode te ajudar a viver essa relação maravilhosa em poucos dias!

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